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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Saumpaulo

Ah esse céu sempre tão cinza,
deixa o meu humor ranzinza.
Quando saboreio um grego em pleno Largo Paissandu!
Espalha seu veneno pelo ar,
e esse ar que já me fez te odiar.
Como odeiam os punks que conheci lá do Jd. Cabuçu.
E suas moças sempre tão sóbrias,
damas distintas de batons e jóias.
Que eu vejo quando vou na Augusta para me embriagar.
Ah seus mal quistos skatistas,
E as patricinhas alternativas da Av. Paulista.
Ficam me "serrando" quando vão ao vão do Masp fumar.
Ah suas desapropriações ilícitas,
e o jornaleiro reclamando dos petistas.
" E ai firmeza total truta" me cumprimenta um mano.
Mas quando eu vou ao Bixiga,
uma coisa que sempre me intriga.
Em meio tanta África per que chamam o bairro de Italiano?
E na Virada e seus shows de rock,
Eu disfarço o meu T.O.C.
E fico na Luz tomando cachaça e ouvindo forró. (ou na Freguesia do Ó)
Seu Geraldo um rapaz brincalhão
Tem um quê de vilão.
Bota a ROTA na rua para apertar mais e mais e mais o nó.

É por essas e por outras cidades que és a mais mais,
Eu te odeio São Paulo querida, meu caos minha paz!







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