Do luto à luta
Construo a minha conduta
Transformando o meu cotidiano
A mente maquina bola o plano
Por engano, me deixa desenganado.
Deixo no passado o que for passado,
Ao presente eu abraço forte
Não por medo da vida nem medo da morte
Por medo de falta de sorte
Daquele destino rápido q te dá um corte
Versátil como um volante moderno
Voando baixo como os anjos do inferno
Rolam os dados, altas apostas.
Me deixam sem palavras sem respostas.
Para as minhas próprias questões
Limitando a maioria das minhas ações
Que eu só vou começar a compreender
Quando puder me soltar me desprender
Do meu orgulho das minhas vaidades
Que me trazem sempre meias verdades.
E eu já cansado de parcialidades
Perco meus dias, noites e tardes.
Tentando encontrar uma forma de fugir.
Escapar pelas frestas, de apenas sair.
Da prisão dos meus pensamentos
Das fortalezas de raros momentos.
A consciência me instiga a nadar
Contra a maré mas não consigo remar
A correnteza me lança contra as pedras
Me arrasta à acreditar em regras
Que eu nunca segui e nunca seguiria
Seguir um padrão pra mim não serviria
Encontraria dificuldades para me adaptar
À um terno burocrático ou a uma farda
Iria me fartar de medos inconscientes
Iriam me faltar os sorrisos inocentes
Propostas indecentes discursos incoerentes
No curso da história se fizeram presentes
Para apenas confundir nossos conceitos
Embarrerando inalienáveis direitos
de ficar calado antes que seja tarde
A me tornar mais calmo manso e covarde
Me entregando à ciladas cruéis
Vender a alma por dez notas de dez
Nem isso eu valho mas em todo o caso
Imprimam meu rosto em moedas de um centavo
Pra que fique mais claro, coerente e prático
Me exibam como um animal estático
Pálido, lúgubre e tétrico nos museus
E digam com orgulho que eu já fui um dos seus
Mas não consegui passar ileso
Por demonstrar minha verdade meu peso
Dezesseis toneladas de groove na pressão
Alto alcance no quesito de precisão
Em cima na marcação do meu enredo
Nas ruas sagrados são os segredos
No degredo à margem de toda situação
Inimigo público numero um em constante expansão
Artilharia pesada com um lápis na mão
Poder para povo agora, nunca ao capitão
Não me importa seu cargo, patente ou posição
Sendo contrário á toda forma de imposição
Escravidão mental tomou as camadas da sociedade
Que permanecem estagnadas nesse apartheid
Social, cultural, que manipula toda à massa.
Tornando a realidade banal e sem graça
Degradando, segregando, regrando as ações
Moldando o cidadão nos padrões dos patrões
nos fazendo correr, correr sem sair do lugar
Fazendo o povo agir sem parar para pensar
Aumentando as tarifas e os seus ordenados
Enquanto muitos por aqui são condenados
a viver uma realidade totalmente deturpada
sem massagem, eufemismos e contos de fada
a verdade na nossa cara frente a frente
chega de repente numa tarde de verão quente,
o povo todo na rua ondas de crime e de calor.
aumentando e enroscando a loucura na dor
levando muitas almas caídas à boca ao bar,
mães chorar e os prantos formar um mar.
de coisas inexplicáveis fatos relacionados,
amores, dores e casos reais complicados.
de se entender, ver, crer e sentir,
como saber o que dizer mas não poder ouvir.
abrir o coração calejado e sofrido,
se entregar a algo no seu íntimo escondido.
fugir das sagas, das chagas, sofridas veredas dessa sina,
onde o improvável pode se tornar rotina.
sair da esquina, do desespero, “vencer”.
nunca foi fácil mas é preciso correr,
morrer se necessário e por isso viver
brigar, lutar mas nunca, jamais temer
atravessar a vida sem olhar pros lados,
nos fez fortes sozinhos, portanto fracos,
espaços conquistados com sangue e suor,
fazer por amor é tentar dar o seu melhor,
e se não foi o bastante tente outra vez,
lutar com todas as forças como sempre fez,
o seu, o meu e o nosso inconsciente,
a média pra quem vem de baixo é insuficiente.
Parar de se preocupar com o superficial.
o supérfluo, da prisão do mundo material .
televisão de plasma e produtos importados.
enquanto seus irmãos estão sendo massacrados.
por aqueles que você tenta imitar,
quando se endivida para ter o que mostrar.
tentando alcançar aquilo que não vai ter.
é apenas o reflexo daquilo que você quer ser.
é apenas o reflexo daquilo que você busca parecer.
é apenas o reflexo daquilo que você...
é apenas o reflexo daquilo que...
é apenas o reflexo daquilo...
é apenas o reflexo...
é apenas o...
é apenas...
é.
Construo a minha conduta
Transformando o meu cotidiano
A mente maquina bola o plano
Por engano, me deixa desenganado.
Deixo no passado o que for passado,
Ao presente eu abraço forte
Não por medo da vida nem medo da morte
Por medo de falta de sorte
Daquele destino rápido q te dá um corte
Versátil como um volante moderno
Voando baixo como os anjos do inferno
Rolam os dados, altas apostas.
Me deixam sem palavras sem respostas.
Para as minhas próprias questões
Limitando a maioria das minhas ações
Que eu só vou começar a compreender
Quando puder me soltar me desprender
Do meu orgulho das minhas vaidades
Que me trazem sempre meias verdades.
E eu já cansado de parcialidades
Perco meus dias, noites e tardes.
Tentando encontrar uma forma de fugir.
Escapar pelas frestas, de apenas sair.
Da prisão dos meus pensamentos
Das fortalezas de raros momentos.
A consciência me instiga a nadar
Contra a maré mas não consigo remar
A correnteza me lança contra as pedras
Me arrasta à acreditar em regras
Que eu nunca segui e nunca seguiria
Seguir um padrão pra mim não serviria
Encontraria dificuldades para me adaptar
À um terno burocrático ou a uma farda
Iria me fartar de medos inconscientes
Iriam me faltar os sorrisos inocentes
Propostas indecentes discursos incoerentes
No curso da história se fizeram presentes
Para apenas confundir nossos conceitos
Embarrerando inalienáveis direitos
de ficar calado antes que seja tarde
A me tornar mais calmo manso e covarde
Me entregando à ciladas cruéis
Vender a alma por dez notas de dez
Nem isso eu valho mas em todo o caso
Imprimam meu rosto em moedas de um centavo
Pra que fique mais claro, coerente e prático
Me exibam como um animal estático
Pálido, lúgubre e tétrico nos museus
E digam com orgulho que eu já fui um dos seus
Mas não consegui passar ileso
Por demonstrar minha verdade meu peso
Dezesseis toneladas de groove na pressão
Alto alcance no quesito de precisão
Em cima na marcação do meu enredo
Nas ruas sagrados são os segredos
No degredo à margem de toda situação
Inimigo público numero um em constante expansão
Artilharia pesada com um lápis na mão
Poder para povo agora, nunca ao capitão
Não me importa seu cargo, patente ou posição
Sendo contrário á toda forma de imposição
Escravidão mental tomou as camadas da sociedade
Que permanecem estagnadas nesse apartheid
Social, cultural, que manipula toda à massa.
Tornando a realidade banal e sem graça
Degradando, segregando, regrando as ações
Moldando o cidadão nos padrões dos patrões
nos fazendo correr, correr sem sair do lugar
Fazendo o povo agir sem parar para pensar
Aumentando as tarifas e os seus ordenados
Enquanto muitos por aqui são condenados
a viver uma realidade totalmente deturpada
sem massagem, eufemismos e contos de fada
a verdade na nossa cara frente a frente
chega de repente numa tarde de verão quente,
o povo todo na rua ondas de crime e de calor.
aumentando e enroscando a loucura na dor
levando muitas almas caídas à boca ao bar,
mães chorar e os prantos formar um mar.
de coisas inexplicáveis fatos relacionados,
amores, dores e casos reais complicados.
de se entender, ver, crer e sentir,
como saber o que dizer mas não poder ouvir.
abrir o coração calejado e sofrido,
se entregar a algo no seu íntimo escondido.
fugir das sagas, das chagas, sofridas veredas dessa sina,
onde o improvável pode se tornar rotina.
sair da esquina, do desespero, “vencer”.
nunca foi fácil mas é preciso correr,
morrer se necessário e por isso viver
brigar, lutar mas nunca, jamais temer
atravessar a vida sem olhar pros lados,
nos fez fortes sozinhos, portanto fracos,
espaços conquistados com sangue e suor,
fazer por amor é tentar dar o seu melhor,
e se não foi o bastante tente outra vez,
lutar com todas as forças como sempre fez,
o seu, o meu e o nosso inconsciente,
a média pra quem vem de baixo é insuficiente.
Parar de se preocupar com o superficial.
o supérfluo, da prisão do mundo material .
televisão de plasma e produtos importados.
enquanto seus irmãos estão sendo massacrados.
por aqueles que você tenta imitar,
quando se endivida para ter o que mostrar.
tentando alcançar aquilo que não vai ter.
é apenas o reflexo daquilo que você quer ser.
é apenas o reflexo daquilo que você busca parecer.
é apenas o reflexo daquilo que você...
é apenas o reflexo daquilo que...
é apenas o reflexo daquilo...
é apenas o reflexo...
é apenas o...
é apenas...
é.
