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sexta-feira, 13 de agosto de 2010

---Realidade----

Quem conceituou a nossa realidade.

E disse ser absoluta somente a sua verdade.

Erra feio e nem sabe que a sua edificação pode ruir.

A partir do momento em que o momento partir.

Se dividir ou fugir o sentido é pura interpretação.

Coisas tão belas e tão além de nossa compreensão.

Já não podemos afirmar com a exatidão.

Pois nos perdemos pelo caminho da retidão.

E o que julgávamos ser hoje não é mais.

E nunca seria a dez ou vinte anos atrás.

Mas mudou, e a nossa visão também tem que mudar.

Se não seremos os primeiros a catracalizar.

O que é mero fato ou uma mera construção.

O passo concreto porém discreto da evolução.

Que nos fez de tolos massificando a arte pra vender.

Só que a inspiração não tem hora nem chão pra florescer.

Então geramos um monstro sem nenhum conteúdo,

Sinal de um tempo irreal e realmente absurdo.

Onde o lucro vale mais que a satisfação pessoal.

Onde o homem vale menos que o capital.

De um modo geral é preciso pensar muito a respeito.

Pra rever e revolucionar o nosso conceito!

------------- O Indisível -------------- .

Complexo como um amplexo acalmando os aflitos.


Tento resolver antes de tudo os meus próprios conflitos.


Para depois resolver os problemas dessa estranha realidade.


Que atravessa nossa face num instante de insanidade.


Veloz como a asa de um anjo sereno.


E vemos como nosso pensamento é pequeno.


Diante da imensidão das estrelas e do universo.


E muitas outras coisas que não couberam no verso.


Peço a licença, a atenção desse silêncio.


Como se minhas palavras tivessem algum sentido denso.


Porém são leves, flutuam e se perdem pelas ruas.


Mas eu continuo caminhando sob a luz de muitas luas.


Sem me encontrar mas tentando me perder mais.


Portanto consuma seu medo que mais lhe satisfaz.


Esqueça a lágrima pois o poder do dinheiro vale mais.


Pra acordar e ver que viveu um sonho de Paz!

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Business é negócio, só que a gente não sabe

A elite mente fraca sobe morro sem matraca

Pra vender o relógio de prata do pai que é diplomata

Apronta, o pai apaga tudo a cabeça afaga

E reclama se o crioulo pela cota rouba a vaga

Os “menino” tem matraca e outras arma barata

Que se envolvem na parada por via da canetada

Do pai da elite abastada com a mente bitolada

Pela falácia falada: só é pobre quem não quer nada

Tendo tudo e a jogada que alimenta a “meninada”

Até as “camiseta” de marca que eles “enrola” na cara

Vendendo a receita enlatada pra ter sucesso nas “quebrada”

Mas e o sangue, não “dá nada”? Tá do outro lado da estrada

Mas sem saber da “pegada”, também alimenta a narigada

Das várias gentes subjugadas pela branquela refinada

Não sua cara esposa cara e nem a Ana Maria Braga

Uma branca importada que aqui só chega empastada

Mas ela não só atrapalha quem anda lá “nas errada”

Mas que fica estigmatizada pela mídia aburguesada

O risco corre nas balada dessa gente endinheirada

Segue a carreira em disparada cada vez mais acelerada

Dispara tudo contra a farda o menino de pele parda

Ele podia ser administrador se fosse outra a pátria amada

Mas só lhe deram uma arma e uma calma desalmada,

Uma barriga esvaziada e uma mente cheia de um nada

Nada pra fazer vezes nada, sei lá acho que a conta tá errada

As escolas foram violentadas ou melhor social-democratizadas

Novas leis foram decretadas e as lutas criminalizadas,

A criminalidade incentivada pelos homens da bancadas

Esgoto, resto e barata, sonho, rato e RATATATATATATÁ

Mais uma mãe vencida ajoelhada a chorar

Crônicas de mais uma morte denunciada.