A elite mente fraca sobe morro sem matraca
Pra vender o relógio de prata do pai que é diplomata
Apronta, o pai apaga tudo a cabeça afaga
E reclama se o crioulo pela cota rouba a vaga
Os “menino” tem matraca e outras arma barata
Que se envolvem na parada por via da canetada
Do pai da elite abastada com a mente bitolada
Pela falácia falada: só é pobre quem não quer nada
Tendo tudo e a jogada que alimenta a “meninada”
Até as “camiseta” de marca que eles “enrola” na cara
Vendendo a receita enlatada pra ter sucesso nas “quebrada”
Mas e o sangue, não “dá nada”? Tá do outro lado da estrada
Mas sem saber da “pegada”, também alimenta a narigada
Das várias gentes subjugadas pela branquela refinada
Não sua cara esposa cara e nem a Ana Maria Braga
Uma branca importada que aqui só chega empastada
Mas ela não só atrapalha quem anda lá “nas errada”
Mas que fica estigmatizada pela mídia aburguesada
O risco corre nas balada dessa gente endinheirada
Segue a carreira em disparada cada vez mais acelerada
Dispara tudo contra a farda o menino de pele parda
Ele podia ser administrador se fosse outra a pátria amada
Mas só lhe deram uma arma e uma calma desalmada,
Uma barriga esvaziada e uma mente cheia de um nada
Nada pra fazer vezes nada, sei lá acho que a conta tá errada
As escolas foram violentadas ou melhor social-democratizadas
Novas leis foram decretadas e as lutas criminalizadas,
A criminalidade incentivada pelos homens da bancadas
Esgoto, resto e barata, sonho, rato e RATATATATATATÁ
Mais uma mãe vencida ajoelhada a chorar
Crônicas de mais uma morte denunciada.

Muito boa essa poesia edgariana as avessas!!!
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