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quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Business é negócio, só que a gente não sabe

A elite mente fraca sobe morro sem matraca

Pra vender o relógio de prata do pai que é diplomata

Apronta, o pai apaga tudo a cabeça afaga

E reclama se o crioulo pela cota rouba a vaga

Os “menino” tem matraca e outras arma barata

Que se envolvem na parada por via da canetada

Do pai da elite abastada com a mente bitolada

Pela falácia falada: só é pobre quem não quer nada

Tendo tudo e a jogada que alimenta a “meninada”

Até as “camiseta” de marca que eles “enrola” na cara

Vendendo a receita enlatada pra ter sucesso nas “quebrada”

Mas e o sangue, não “dá nada”? Tá do outro lado da estrada

Mas sem saber da “pegada”, também alimenta a narigada

Das várias gentes subjugadas pela branquela refinada

Não sua cara esposa cara e nem a Ana Maria Braga

Uma branca importada que aqui só chega empastada

Mas ela não só atrapalha quem anda lá “nas errada”

Mas que fica estigmatizada pela mídia aburguesada

O risco corre nas balada dessa gente endinheirada

Segue a carreira em disparada cada vez mais acelerada

Dispara tudo contra a farda o menino de pele parda

Ele podia ser administrador se fosse outra a pátria amada

Mas só lhe deram uma arma e uma calma desalmada,

Uma barriga esvaziada e uma mente cheia de um nada

Nada pra fazer vezes nada, sei lá acho que a conta tá errada

As escolas foram violentadas ou melhor social-democratizadas

Novas leis foram decretadas e as lutas criminalizadas,

A criminalidade incentivada pelos homens da bancadas

Esgoto, resto e barata, sonho, rato e RATATATATATATÁ

Mais uma mãe vencida ajoelhada a chorar

Crônicas de mais uma morte denunciada.

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