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segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Saí andando(sem rumo)por aí.

Inocentemente pensando na vida e nas cores que ela tem,
nos sonhos, nos choros e nas dores que as vezes fazem bem.
Vejo que muitos são atores, que atuam quando melhor lhes convém.
Vou separando o joio do milho, não fazendo e não sendo refém,
Com a suavidade reservada a todos que sabem á que vieram,
aquela simplicidade sublime de todos que sempre se superam.
Prosperam no campo do imaterial imaginário, significando os atos,
sem se envolver nem concorrer a vagas nessa corrida de ratos.
Sem horário, salário atitudes e pensamento totalmente arbitrários
Que embarca em qualquer onda sem preocupação com itinerários.
No caminho contrário, venho guiando ciente pela contra-mão,
diante dos caminhos mesquinhos pelos quais convergem a civilização.
Escoando os lucros, os brutos produtos internos de nossas mentes.
Lapidando o sangue de quem ao menos tenta se manter coerente,
consciente depois da queda de peito do parapeito do décimo andar,
depois de engolir tantas inverdades que atrasaram o seu despertar.
Morrer de dor de dente antes dos vinte, de febre antes de fazer dez,
ser o autor, ator na cena do crime ou morrer entre montes de papéis.
Quais os meus os seus anseios, ou quais serão os que o meu filho terá?
Subverter, romper ou simplesmente apertar o botão de auto-formatar.
Monstros internos, externos, alheios e inseridos no contexto geral.
A nossas escolhas estãos muito além da dualidade entre o bem e o mal.
Máquina vital para os desdobramentos entre o equlíbrio e o conflito,
a simplificação já não dá conta de explicar tudo aquilo o que eu sinto.


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