Agora eu vago pro todos os lugares onde o pensamento fluir, onde o vento bater, onde o sereno pingar eu vago.
Me gasto como trocado amassado no bolso, esquecido, doido varrido pra debaixo do tapete, falido e os cacete.
K7 que foi gravada por cima, irregular, saldo negativo de ideias batidas, partida em breve rumo a leve vida breve. Escreve, mau lê, pior que um vagabundo sozinho pela estrada a dizer frases desbocadas pra quem para pra ver, que a vida é mais foda do que parece, mesmo com prece acontece com quem menos merece, ficar pelo caminho sem nada a perder.
Arqueólogo dos muros, paisano sem rumo, pé na estrada do futuro, beatnik escuro, fulano com um plano obscuro, não ter plano só o mundo e seguir sendo quem é quem sabe um dia.
Aqui dentro um peito onde pende uma big band que tomou ácido e um plácido e resplandecente abraço do próximo decadente sentimento que atravessar a porta do auto-conhecimento e não tem nada como um tempo após um contratempo.
Meu mundo não é esmola, tampa de coca-cola, o universo numa mola, rola, esfola, cola é pau-a-pau, e agora?
sábado, 2 de outubro de 2010
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E agora? Senta e chora?
ResponderExcluirLiga o Fodah-se rs e vamos embora! hauhauhau
Fya!
Um ótimo complemento, liga o fodah-se e vam'bora!!!!hahahaha, bravo!!!
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