Sentindo o vento na cara na varanda de casa.
Sigo voando alto, dando a minha mente asas.
Observando o bairro, os carros, quem passa.
Nada me estressa, nem a pressa que hoje traça,
Meu caminho, sozinho, reflito sobre o presente.
Que me apresenta novidades nada inocentes.
Sobre tudo aquilo que tranqüilo não se pressente.
Impossíveis de serem decifradas de modo decente.
Por que minha mente não alcança tamanha latitude.
Longitude e extensão e parcamente se confunde.
Quando adentra o reino da construção do conhecimento.
E o que eu faço de protesto acaba virando lamento.
Pela vontade de relacionar fatos e acontecimentos.
E construir sonhos completos de concreto e cimento.
Pois toda teoria que teço me parece incompleta.
Toda solução que encontro nem sempre é a mais esperta.
Nem sensata e desbaratinada desfaço meus anseios.
Mergulhado no oceano profundo dos meus receios.
E observo quanto o nosso pensamento é pequeno.
Complexo intercalado por um devaneio sereno.
Que traz paz e satisfaz em curto prazo o intelecto.
Assombrando meus umbrais como temível espectro.
Trazendo sonhos astrais, mil viagens espaciais.
Por dentro da minha mente, ajustando os diais.
Numa mesma sintonia, contra toda monotonia.
Trazendo a palavra como a mais notável especiaria.
Em troca do pão e de fazer duas refeições por dia.
Extraio minha inspiração do caos e da correria.
De todas causas das lutas, sonhos, batalhas perdidas.
Vidas ingratas, vidas secas ou todas vidas falidas.
Sigo voando alto, dando a minha mente asas.
Observando o bairro, os carros, quem passa.
Nada me estressa, nem a pressa que hoje traça,
Meu caminho, sozinho, reflito sobre o presente.
Que me apresenta novidades nada inocentes.
Sobre tudo aquilo que tranqüilo não se pressente.
Impossíveis de serem decifradas de modo decente.
Por que minha mente não alcança tamanha latitude.
Longitude e extensão e parcamente se confunde.
Quando adentra o reino da construção do conhecimento.
E o que eu faço de protesto acaba virando lamento.
Pela vontade de relacionar fatos e acontecimentos.
E construir sonhos completos de concreto e cimento.
Pois toda teoria que teço me parece incompleta.
Toda solução que encontro nem sempre é a mais esperta.
Nem sensata e desbaratinada desfaço meus anseios.
Mergulhado no oceano profundo dos meus receios.
E observo quanto o nosso pensamento é pequeno.
Complexo intercalado por um devaneio sereno.
Que traz paz e satisfaz em curto prazo o intelecto.
Assombrando meus umbrais como temível espectro.
Trazendo sonhos astrais, mil viagens espaciais.
Por dentro da minha mente, ajustando os diais.
Numa mesma sintonia, contra toda monotonia.
Trazendo a palavra como a mais notável especiaria.
Em troca do pão e de fazer duas refeições por dia.
Extraio minha inspiração do caos e da correria.
De todas causas das lutas, sonhos, batalhas perdidas.
Vidas ingratas, vidas secas ou todas vidas falidas.

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