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domingo, 11 de dezembro de 2011

Banquete em lençóis limpos (parte II)

...Os prédios do centro guardam os segredos, de várias histórias de luta vários venenos, num som, no sol em plena avenida rio branco eu caminho pensando, sonhando, quase correndo, vou vendo tudo que vai se passando naquela absurda realidade eu entendo que o abandono provoca desespero e é muito fácil praticar o desapego com a geladeira e a barriga cheia nego, quero ver limpar a bunda com um disquete esquecido em frente a estátua do Duque de Caxias ou no Terminal Princesa Isabel sem papel principal, sendo um figurante do irreal enquanto pregam os bons costumes e a moral trollando os pobres loucos num programa matinal, sigo andando pelo sistema desumano e reflito que de nada vale meu grito em meio a esse caos urbano...

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